Monday, August 01, 2016
Thursday, July 28, 2016
Monday, July 18, 2016
Friday, July 01, 2016
Thursday, January 01, 2015
Wednesday, December 24, 2014
Monday, February 11, 2013
Wednesday, January 30, 2013
you have friends
Baleia now has friends. What could possibly go wrong?
Friday, December 14, 2012
Wednesday, August 29, 2012
feel good hypnosis
Baleia's attempt at the Feel Good Hypnosis Blah Blah Blah Camp.
Sunday, July 29, 2012
Friday, August 13, 2010
mute yourself
if you mute yourself
it will probably be good for you
as you can see
nobody will ever
be aware about the stuff inside your head
and you suddenly will be seen as someone
who thinks a lot
all the time
Monday, March 15, 2010
you are a dog
you can tell me what to do
you can say I am wrong
you can sing yourself a song
but no one will ever know
but no one will ever know
you are a dog
Thursday, December 10, 2009
Alguns Numeros
Alguns Numeros
O Sete chegou atrasado
Enquanto o Oito ja' havia comido biscoito
Tomado leitinho
E deitado na caminha
Transformando-se no simbolo do infinito
Sim, os numeros
Voce sabe
Tem tanta personalidade
Saturday, March 01, 2008
lanternagem
quem é que nunca apontou com o dedo anular? belina esquiva nunca. e por esse mesmo motivo, perguntava se sim. pedúnculos avacalhados certa vez num festejo de sumiço de um vindouro roboblasto verificaram ser bastante possível o espalhamento de organelas difusas que nem fossem dedinhos de pezinhos mil. fazendo maravilhas na múltipla indicação. mas cada dois deles se viam intrigados de mais. e demais para retornar à velha pergunta se sim. foi deste modo que tudo se resolveu num único sentido transgresso.
Monday, December 17, 2007
a nova ova
então foi que sismus chegou atabalhoado à abóbada abobalhada. nunca imaginara que dentro daquela poça, justo ali naquela poça, jazia um nhoco-nhoco milimolecularmente forbidden pela mesmíssima insanidade que o fizera parte desta sarussamurana toda louca que havíamos degostado. e então um crack na crassapaça o fez pinotear para a imobilidade sem noção no exato seguinte porto molecular de imbróglios vivos com abinhas gosmentas salicílicas. prosseguia continuar pois. mesmo com toda a sua profiterólia, inocentemente hipoderia contrair não só muscululo como disease de melancolia-colia. o segredo era não cambiar nunca o sentido, como quando se escreve algo de qualquer e sem maneiras.
Sunday, July 01, 2007
Thursday, June 21, 2007
Saturday, May 12, 2007
Sunday, May 06, 2007
Tuesday, February 13, 2007
os disfuncionários empreendem-lhes um pânico
os furlanos obtusos nunca partiram uma cara. mas como. os furlanos obtusos são seres especializados tanto em partição quanto em tomar da casualidade quaisquer manifestações dirigidas ou não a eles próprios. levaremos o caso ao nosso chefe rolocompressor e, em atendimento aos aforamentos, eles serão pastelarizados. a pastelarização não é conduta que se enquadre em qualquer espécie de conduta, a pastelarização. pastelarização formalmente transborda algo indigesto em coisa que valha um penie a meter na caçapa, coisa de superação por excelência adorável, seja bem na categoria dos adoradores gustativos autômatos, uniformizados para melhor surpreender a arrogância dos desleixados, tal comportamento deve ser cumprido até o banimento ao passar pelo aparelho digestório, nossa mais potente engrenagem purificadora de equívocos. tudo para defender uma adequação aos princípios primorosos que caracterizam determinada natureza, a eficiência.
Wednesday, January 31, 2007
a burrice é dos outros
o fenomenólogo maldrogado disse que depressão é uma espécie de burrice que dá na gente.
acerto a sua cara agora mesmo, respondeu-lhe o mofino-lastimoso - com certa sutileza em vista do teor agressivo de sua palavras.
é mesmo visível como as pessoas não aceitam de bom grado críticas no quesito inteligência.
a burrice é dos outros, preferem abonar.
a própria baleia que vos invoca, por certo não cansa de emprestar ao universo impressionista seus sinais de bruteza intelectual quando atola na lagoa porque passou do ponto, abana a barbatana no intuito de fatiar moscas ao vento e rola de rir em vista de um estabaco alheio.
acerto a sua cara agora mesmo, respondeu-lhe o mofino-lastimoso - com certa sutileza em vista do teor agressivo de sua palavras.
é mesmo visível como as pessoas não aceitam de bom grado críticas no quesito inteligência.
a burrice é dos outros, preferem abonar.
a própria baleia que vos invoca, por certo não cansa de emprestar ao universo impressionista seus sinais de bruteza intelectual quando atola na lagoa porque passou do ponto, abana a barbatana no intuito de fatiar moscas ao vento e rola de rir em vista de um estabaco alheio.
Monday, December 25, 2006
memórias de um ano fabuloso
inicio esclarecendo que para o caimento deste singelo relato pedi que o meu caderno fosse cor Primeiro Mijo da Manhã.
mas tudo o que me restou foi um cor de rosácea de suvaco amoroso, coisa que costuma ir de encontro à negativa da negativa de um senso prático.
mas sim: neste ano que se encerra houve bastantes episódios dignos de serem postos em conserva de registro, com o obséquio da palavra foda, que perdeu o ph de philosofia lá pelos idos por pirambeira abaixo pelo cacete de certos modernólogos moderninhos.
pois bem que não avistei nenhum conceito, e isto mesmo é digno de picas para quem quiser, em detrimento da utilidade destas para cada sortudo - pois que se as têm ou não etc.
de superação ocorre que andei muito de pés e de barco. tão lindo o mar lá fora que me inspirou, bem como música e sudoku com aqueles quadrados magníficos, alguns já vem com o número dentro e tudo.
e nuvens, não é mesmo?
também o pássaro gigante que dança no céu de acordo com o ship instalado no cérebro de cada passarinho.
tudo coisa muito bonita e emocionante de farfalhar gargalhadas de contemplação.
mas tudo o que me restou foi um cor de rosácea de suvaco amoroso, coisa que costuma ir de encontro à negativa da negativa de um senso prático.
mas sim: neste ano que se encerra houve bastantes episódios dignos de serem postos em conserva de registro, com o obséquio da palavra foda, que perdeu o ph de philosofia lá pelos idos por pirambeira abaixo pelo cacete de certos modernólogos moderninhos.
pois bem que não avistei nenhum conceito, e isto mesmo é digno de picas para quem quiser, em detrimento da utilidade destas para cada sortudo - pois que se as têm ou não etc.
de superação ocorre que andei muito de pés e de barco. tão lindo o mar lá fora que me inspirou, bem como música e sudoku com aqueles quadrados magníficos, alguns já vem com o número dentro e tudo.
e nuvens, não é mesmo?
também o pássaro gigante que dança no céu de acordo com o ship instalado no cérebro de cada passarinho.
tudo coisa muito bonita e emocionante de farfalhar gargalhadas de contemplação.
Wednesday, December 13, 2006
a baleia contemporânea

tem baleia no festival do contemporâneo
tem baleia em videopoesia
(também estará a venda no local uma miniantologia contendo lascas de baleia)
Festival do Contemporâneo
Espaço Oi Futuro: Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo, Rio de Janeiro/RJ
Abertura: 18 de dezembro - a partir das 19h30min
19 a 22 de dezembro - das 11h às 20h
Wednesday, November 08, 2006
nem tudo que pensa existe
veja bem, meu caro chapinha.
mas veja bem com seus olhos de bolota.
não vá já, em propósito, se utilizando destes outros
- esbugalhados galos internos (circunvoluntários) -
que quase que, fora de propósito, estão a lhe causar o mal-do-rombo-craniano-mais-que-perfeito quando, nadando normalmente, trazem à superfície imagens indiscriminadas - qualquer que seja o estágio do seu intestino-inventivo-animal.
sim. àquela gosma insone que acordou após a cagada-invenção-desorientada da bactéria-número-um do nosso cometa-planeta, cabe o distintivo de xerife e o retrato.
pois bem. não vá achando que porque maçã tem gosto de uva, abóbora é quase um caqui e melão é um pepino doce que irá, mais que de repente, ouvir um som que não foi propagado ou sentir cutuco sem que tenha havido deslocamento de massa de ar.
porque filosofia é sensacional.
e major thom yorke vive dizendo:
just 'cause you feel it, doesn't mean it's there.
mas veja bem com seus olhos de bolota.
não vá já, em propósito, se utilizando destes outros
- esbugalhados galos internos (circunvoluntários) -
que quase que, fora de propósito, estão a lhe causar o mal-do-rombo-craniano-mais-que-perfeito quando, nadando normalmente, trazem à superfície imagens indiscriminadas - qualquer que seja o estágio do seu intestino-inventivo-animal.
sim. àquela gosma insone que acordou após a cagada-invenção-desorientada da bactéria-número-um do nosso cometa-planeta, cabe o distintivo de xerife e o retrato.
pois bem. não vá achando que porque maçã tem gosto de uva, abóbora é quase um caqui e melão é um pepino doce que irá, mais que de repente, ouvir um som que não foi propagado ou sentir cutuco sem que tenha havido deslocamento de massa de ar.
porque filosofia é sensacional.
e major thom yorke vive dizendo:
just 'cause you feel it, doesn't mean it's there.
Tuesday, October 10, 2006
odisséia pré-concebida
tentei simular um passadiço numa pistola de papel no sentido de obter poder de decisão em cima daquilo que ainda não havia completado nenhuma transgressão físico-química para surgir do nada
alterei minha percepção mal-interpretada para aparecer correndo por cima de um desfiladeiro sem sequer antes ter tomado impulso
carreguei uma porção de talco desinfetado aparado por nenhum recipiente com embocadura senão a de 360 graus
coloquei em formaldeído algo tão vivo que no exato momento do escalde apresentou-se em completa aurora boreal em pleno hemisfério errado
fui e voltei 365 vezes ao ano num mesmo trecho paginado pra fazer sentido e encontrei tamanha incompreensão da minha própria parte de memória
mas como já dizia o grande filósofo major tom: planet earth is blue and there's nothing i can do
alterei minha percepção mal-interpretada para aparecer correndo por cima de um desfiladeiro sem sequer antes ter tomado impulso
carreguei uma porção de talco desinfetado aparado por nenhum recipiente com embocadura senão a de 360 graus
coloquei em formaldeído algo tão vivo que no exato momento do escalde apresentou-se em completa aurora boreal em pleno hemisfério errado
fui e voltei 365 vezes ao ano num mesmo trecho paginado pra fazer sentido e encontrei tamanha incompreensão da minha própria parte de memória
mas como já dizia o grande filósofo major tom: planet earth is blue and there's nothing i can do
Sunday, September 24, 2006
eu quero os cacos do caco
se o caco ishak fosse constituído de um material diáfano de relativa dureza, tal qual aquele rotineiramente utilizado pelos seres debatentes em fúria para atenuar seu ímpeto autodestrutivo, eu juro, eu o partiria.
pois seria assim lido. em atendimento aos seus requisitos de cristaleira.
e diputaria a tapas os cacos do caco.
ma precious
pois seria assim lido. em atendimento aos seus requisitos de cristaleira.
e diputaria a tapas os cacos do caco.
ma precious
Tuesday, September 12, 2006
comi o livro da maira parula
e que outra cousa faria uma baleia para a própria manutenção? comi.
a iguaria foi processada e coexiste agora com tudo que será doado para o mundo dentro de instantes. ou seja, compõe agora o produto do órgão mais importante do mais imensurável dos organismos carbônicos.
assim desobrigarei a sua impressão ao mundo das idéias enquanto procedo ao toilette.
sim, nenhures já lido um fama com tão distinta elegância escatológica.
e, no intento, jamais apreciei tão obtusa boquiabertura.
restaurante.
a iguaria foi processada e coexiste agora com tudo que será doado para o mundo dentro de instantes. ou seja, compõe agora o produto do órgão mais importante do mais imensurável dos organismos carbônicos.
assim desobrigarei a sua impressão ao mundo das idéias enquanto procedo ao toilette.
sim, nenhures já lido um fama com tão distinta elegância escatológica.
e, no intento, jamais apreciei tão obtusa boquiabertura.
restaurante.
Monday, September 04, 2006
agenda apática
desenhar monstros
recortar olhos
torcer os pescocinhos
cozinhar os miolos
deglutir o kefir
abastardar o escaravelho
recortar olhos
torcer os pescocinhos
cozinhar os miolos
deglutir o kefir
abastardar o escaravelho
Friday, August 25, 2006
Monday, July 31, 2006
um corpo que está em repouso tende a continuar em repouso
urso levantou-se e urrou um pouquinho para a população minúscula do vale.
fez 3,5 flexões, cheirou o próprio dedão do pé, deu 1075 voltas ao redor da moita amarela do norte e deu com cabo na fumaça do bom fogo.
alguém nunca perceberia seu desempenho, pois ele nunca tomaria atitudes específicas, tidas pelos famas como invocadoras de presença própria.
ninguém percebeu.
ele estava sonhando.
fez 3,5 flexões, cheirou o próprio dedão do pé, deu 1075 voltas ao redor da moita amarela do norte e deu com cabo na fumaça do bom fogo.
alguém nunca perceberia seu desempenho, pois ele nunca tomaria atitudes específicas, tidas pelos famas como invocadoras de presença própria.
ninguém percebeu.
ele estava sonhando.
Monday, July 10, 2006
trechos do mandamento bárbaro entortador de palavras
quem escreve sobre quem escreve palavras tortas deveria ser mandado para ser preso numa caixa.
quem escreve sobre quem escreve sobre quem escreve palavras tortas deveria ser mandado para ser preso numa caixa dentro de uma caixa.
quem escreve barbaridades assustadoras deveria ser mandado para ser barbarizado com um susto pelo assustamento barbarizante.
quem acha que manda prender ou barbarizar quem escreve palavras tortas deveria ser mandado para ser banido e aglutinado ao bando que achou que ia mandar em alguma coisa.
quem acha que acha alguma coisa não procurou direito.
outra coisa, que talvez se aplique a quem acha em lugar de quem não acha nada:
quem trocou suas circunvoluções encefálicas por pregas intestinais, sugadoras notáveis que não costumam dar conta de elementos grafáveis, talvez produza uma grande obra acastanhada.
quem escreve sobre quem escreve sobre quem escreve palavras tortas deveria ser mandado para ser preso numa caixa dentro de uma caixa.
quem escreve barbaridades assustadoras deveria ser mandado para ser barbarizado com um susto pelo assustamento barbarizante.
quem acha que manda prender ou barbarizar quem escreve palavras tortas deveria ser mandado para ser banido e aglutinado ao bando que achou que ia mandar em alguma coisa.
quem acha que acha alguma coisa não procurou direito.
outra coisa, que talvez se aplique a quem acha em lugar de quem não acha nada:
quem trocou suas circunvoluções encefálicas por pregas intestinais, sugadoras notáveis que não costumam dar conta de elementos grafáveis, talvez produza uma grande obra acastanhada.
Friday, June 16, 2006
relação física
conector fazia funcionalidade
fazia funcionalidade num universo egresso
certo dia engessou uma extensão de seu baixamento a fim de utilizar a particularidade de caber
acabou por fazer mudança subjetiva no estado de zero de uma engrenagem objetiva e, inconsiderado, participou num acionamento de desvio
moralina: descargas elétricas podem alterar
fazia funcionalidade num universo egresso
certo dia engessou uma extensão de seu baixamento a fim de utilizar a particularidade de caber
acabou por fazer mudança subjetiva no estado de zero de uma engrenagem objetiva e, inconsiderado, participou num acionamento de desvio
moralina: descargas elétricas podem alterar
Monday, May 22, 2006
tese de amestrado
estudo tópico sobre a essencialidade de instalação de uma surdez eventual para simulação de mudez com instrução para excrescência dos males aflitos de má saúde mental por enxergar-se em posição de induzir-se com obrigação a manifestar-se por ver-se envolvido em episódio social inútil perfeito para a implementação de chilique primata de cérebro bobo.
para cima e com obtusângulos em persistência encaminhe um fio descompilado em direção ao martelo de modo que a introdução do mesmo na cavidade da concha seja conjecturada com retenção fluídica ao tubo de eustáquio.
desvinculado com relação ao caso da tartaruga de ouvido vermelho.
para cima e com obtusângulos em persistência encaminhe um fio descompilado em direção ao martelo de modo que a introdução do mesmo na cavidade da concha seja conjecturada com retenção fluídica ao tubo de eustáquio.
desvinculado com relação ao caso da tartaruga de ouvido vermelho.
Monday, May 15, 2006
a baleia saiu na cult
saiu um texto da baleia na magnífica matéria "virando as latas do contemporâneo" que o marcelo diniz aprontou para a revista cult deste mês sobre as gentes boníssimas que escrevem em blogs no formato uma letra após a outra.
querido marcelo, muito lisonjeada ficou esta baleia com sua batuta.
querido marcelo, muito lisonjeada ficou esta baleia com sua batuta.
Thursday, April 13, 2006
minha teoria da conspiração
mesmo sendo assim meio abobalhado resolvi fazer aquela conta.
até porque, sempre, duas vezes ao dia, chega aquela computadora com suas luzes coloridas piscando em arritmia pretendendo não parar enquanto você não gritar e não chorar de descontentamento e não apagar aquela lâmpada mosquenta que fica rodando pendurada naquele lustre horrendo que paira em todas as residências sobre as tijelinhas de rolinha a rolê dos poodles dominadores. é realmente uma rotina ataráxica. quem sabe, talvez, com certa insistência, conseguisse, com a subtração dos números praticamente inexistentes, a fórmula de congelar o programa caixa débil mental, o procedimento.
tudo para a conseqüência de pane no circuito do pufe embelezador e uma tara convulsiva de memória ursa nos pequenos pompons, fofos, aromáticos, indolentes, aqueles... aqueles donos do cinismo controlador do ímã-chip multiproliferador das discotexas histéricas ambulantes.
sim, o último produto da linha maníaco-repressora canina.
mas é bom que saiba que tudo depende ainda do meu bolário.
até porque, sempre, duas vezes ao dia, chega aquela computadora com suas luzes coloridas piscando em arritmia pretendendo não parar enquanto você não gritar e não chorar de descontentamento e não apagar aquela lâmpada mosquenta que fica rodando pendurada naquele lustre horrendo que paira em todas as residências sobre as tijelinhas de rolinha a rolê dos poodles dominadores. é realmente uma rotina ataráxica. quem sabe, talvez, com certa insistência, conseguisse, com a subtração dos números praticamente inexistentes, a fórmula de congelar o programa caixa débil mental, o procedimento.
tudo para a conseqüência de pane no circuito do pufe embelezador e uma tara convulsiva de memória ursa nos pequenos pompons, fofos, aromáticos, indolentes, aqueles... aqueles donos do cinismo controlador do ímã-chip multiproliferador das discotexas histéricas ambulantes.
sim, o último produto da linha maníaco-repressora canina.
mas é bom que saiba que tudo depende ainda do meu bolário.
Tuesday, April 04, 2006
tutu não cavuca
tutu era um tatu que vivia absorto em pensamentos que não podia suportar e lhe faziam empertigado numa tijela de areia movediça negra.
qualquer palavra estapafúrdia como mamão, goiabinha ou sintaxe, lhe sonava perfeitamente comum como moréia, mocréia, flanela-de-limpar-o-cesto-de-palha ou palimpsesto, as quais punham-no num enigmático carrossel de parque antitemático.
nunca soube como se desvencilhar de moscas operárias obsessivas burocratas machistas escravocratas, talvez esse fosse o motivo pelo qual fazia uso de um patíbulo para cortar as unhas da pata traseira quando o esperado seria que fosse para o alto e avante de encontro aos símbolos de atitude.
qualquer palavra estapafúrdia como mamão, goiabinha ou sintaxe, lhe sonava perfeitamente comum como moréia, mocréia, flanela-de-limpar-o-cesto-de-palha ou palimpsesto, as quais punham-no num enigmático carrossel de parque antitemático.
nunca soube como se desvencilhar de moscas operárias obsessivas burocratas machistas escravocratas, talvez esse fosse o motivo pelo qual fazia uso de um patíbulo para cortar as unhas da pata traseira quando o esperado seria que fosse para o alto e avante de encontro aos símbolos de atitude.
Thursday, March 09, 2006
eu e meus amigos ateus
eu e meus amigos ateus gostamos do gato preto
e cortamos o cabelo na lua mingüante
eu e meus amigos ateus não hesitamos frente a uma quadratura com saturno e só não comemos uma farofa de macumba por questões básicas de higiene
não invocamos as tradições por preferirmos deixá-las lá onde estão
como material de estudo da ciência histórica
e somos adoradores do acaso todo poderoso
e cortamos o cabelo na lua mingüante
eu e meus amigos ateus não hesitamos frente a uma quadratura com saturno e só não comemos uma farofa de macumba por questões básicas de higiene
não invocamos as tradições por preferirmos deixá-las lá onde estão
como material de estudo da ciência histórica
e somos adoradores do acaso todo poderoso
Tuesday, February 28, 2006
o segredo da vila da costela quebrada
próximo à janela havia um velho barbudo eterno que grunhia i...
todos passavam.
por uma estranha razão saíam cantando i-i-i-i-i dadaradá...
no fim do dia chegou o entregador de bezerros.
e o velho finalmente concluiu:
ich liebe dich.
todos passavam.
por uma estranha razão saíam cantando i-i-i-i-i dadaradá...
no fim do dia chegou o entregador de bezerros.
e o velho finalmente concluiu:
ich liebe dich.
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